A cada passo, notas de frutas e especiarias desenham caminhos discretos, convidando à descoberta. Permita-se decifrar nossos vinhos — onde a natureza lapida o sabor e o mistério sussurra nos detalhes.
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Quando decidi que faríamos o melhor Merlot do Brasil, não era um slogan: era um compromisso. Investimos em tecnologia, em gente, em tempo — e em saber dizer ‘não’ quando o vinhedo pede calma. Cada decisão é medida: densidade de plantio, colheita no ponto exato, processo que respeita a fruta, e o terroir acima de tudo, um vinho que não cala a voz do vinhedo. Aprendi que o mistério do vinho só se abre para quem o persegue com disciplina. Nossos vinhos não pretendem gritar; mas serem lembrados. Se um dia, ao levar o cálice ao nariz, você sentir que o tempo desacelerou — então estaremos no caminho certo.
Aprendi cedo que videira fala baixo. Quem tem pressa só escuta o vento. Eu ouço as folhas, o peso dos cachos, a respiração da terra. Podar, para mim, é pontuar a história da planta: onde corto, indico para onde ela deve sonhar. É cuidado de pai — vigiar as madrugadas frias, proteger dos excessos, esperar o instante secreto em que o grão pede a colheita. Cada fileira do vinhedo guarda um segredo, e meu ofício é guardá-los sem pressa, até que virem perfume, cor e silêncio na taça. Quando o vinho chega, sei que não é só fruto: é conversa antiga entre a terra e quem a escuta.
